A violência ligada ao
tráfico de drogas já causou mais de 50.000 mortes do México desde
dezembro de 2006 (AFP/Getty Images/Arquivo, Spencer Platt)
Sobe para 15 número de corpos encontrados em carros em estrada do México
MÉXICO — Quinze corpos decapitados e desmembrados foram localizados
nesta quarta-feira em dois automóveis em uma estrada próxima a
Guadalajara, no oeste do México, segunda maior cidade do país, informou a
Procuradoria estatal."Até o momento temos confirmadas 15 pessoas preliminarmente", disse em declarações à imprensa local Tomás Coronado Olmos, procurador geral da Justiça de Jalisco, depois de uma reunião urgente com o governador do estado.
Inicialmente, a polícia local havia contabilizado doze cadáveres.
O procurador indicou que a matança dessas 15 pessoas ocorreu, ao que parece, como uma vingança por 23 assassinatos praticados na sexta-feira passada no estado de Tamaulipas (nordeste).
Olmos informou a respeito da detenção na terça-feira de uma mulher, suposta membro de uma organização criminosa local conhecida como Milenio e ligada ao cartel Los Zetas, que confessou que os assassinatos são "a repercussão (pelo) que ocorreu em Tamaulipas, uma repercussão escandalosa".
Na sexta-feira, 23 corpos foram encontrados na cidade de Nuevo Laredo (norte), na fronteira com os Estados Unidos. Nove deles foram pendurados em uma ponte; e os outros 14, decapitados.
A mulher foi presa depois que outras 12 pessoas, que também iam ser assassinadas, foram liberadas na terça de uma casa onde estavam em poder de sequestradores em um município próximo a Guadalajara.
A violência ligada ao tráfico de drogas já causou mais de 50.000 mortes do México desde dezembro de 2006, data da chegada ao poder do presidente Felipe Calderon, que deu início a uma ofensiva militar contra os traficantes. Entre os mortos, foram contabilizados vítimas de confrontos entre cartéis e em operações militares.
No México, disputa entre cartéis provoca chacina de 18 pessoas
10/5/2012 6:31,
Renata Giraldi*Repórter da Agência Brasil
Brasília – No México, a polícia encontrou partes de 18 corpos em duas caminhonetes abandonadas na região de Guadalajara, uma das áreas turísticas do país.A disputa entre cartéis do tráfico de drogas, armas e seres humanos no México faz vítimas diariamente. As principais áreas de conflito ficam próximas às fronteiras com os Estados Unidos.
Para o Ministério Público do país, não restam dúvidas de que, mais uma vez, os corpos das vítimas têm relação direta com o crime organizado. “São mensagens claras entre os grupos rivais que estão em conflito”, disse o procurador do estado de Jalisco, Tomas Coronado.
Segundo ele, a polícia encontrou 15 cabeças em um veículo e, logo depois, em outro carro, na área de Lago Chapala, mais três e partes de corpos. A região de Guadalajara é um dos locais de disputa entre os cartéis de New Generation, aliado de Sinaloa, e Zetas.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa//Edição: Graça Adjuto
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
O QUE COLHE ENVOLVER-SE COM O TRÁFICO: TRAFICANTES MEXICANOS MATAM NOVE E ESQUARTEJAM OS CORPOS EM 57 PEDAÇOS
México,
A descoberta de nove corpos em 57 pedaços no sul do México é mais um
exemplo da crueldade da guerra entre os cartéis do tráfico de drogas do
país, que só no ano passado já deixou mais de cinco mil mortos.
Os
corpos de nove homens foram encontrados em frente a uma clínica no
município mexicano de Tlapehuala, no estado de Guerreiro e na fronteira
com o de Michoacán, informaram hoje as autoridades da região, que sofre
há semanas com uma escalada de violência por parte do crime organizado.
Os policiais encontraram nove sacos plásticos com os troncos dos corpos e outros nove que continham cabeças, braços cortados até o cotovelo e pernas decepadas das nove pessoas, que vestiam apenas suas roupas, no interior de um veiculo.
No interior do veículo, a Polícia encontrou duas folhas de cartolina. Uma delas dizia "A Família não mata inocentes, morre quem deve morrer, aqui está tua gente, recolha-a e venha brigar"; a outra, "Para que aprendam a respeitar". Ambas estavam assinadas com as iniciais "F.M."autodenominado "O chefe dos chefes".
De acordo com a Procuradoria local, este é o crime mais brutal registrado na região do país e provavelmente em todo o México.







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